Barata Cichetto: Poeta, Escritor, Webdesigner, Editor
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quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Livros - Barata Cichetto (Poesia)



1958
Barata Cichetto
Poesia
112 Páginas - 14 X 21
Editor'A Barata - 2010
58 Poemas Escritos Entre 2004 e 2006.
R$ 19,00 + Correio








Fim
Luiz Carlos "Barata" Cichetto

O papel em branco, a necessidade de concluir outra de minhas obras
Não existe inspiração de socorra apenas pedaços de sonhos e sobras
Estou desesperado e sequer a esperança e o desejo a mim acodem
Porque não existe nada que meu desejo e minha esperança acordem.

Ontem eu decidi ter a minha liberdade apesar destas grades ao redor de mim
Pois estou preso, mas não sou prisioneiro e liberdade não é um princípio é o fim.

É o fim, penso comigo antes de pegar da garrafa e tomar outro trago
Mas a bebida parece pedaços de pedras, sem contar o gosto amargo
O cigarro tem gosto de pata de barata e a fumaça não mais conforta
Aflige minha alma a ponto de acordar e não querer abrir minha porta.

Ontem eu decidi ter a minha liberdade apesar destas grades ao redor de mim
Pois estou preso, mas não sou prisioneiro e liberdade não é um princípio é o fim.

Eu não quero morrer mas não tenho desejo da existência desumana
Queria poder concluir contando histórias sobre uma lésbica mundana
Mas sinto que estou oco feito um crente ou o Deus Senhor do Mundo
A sujeira não limpa, estou porco e não estou bêbado, apenas imundo.

Ontem eu decidi ter a minha liberdade apesar destas grades ao redor de mim
Pois estou preso mas não sou prisioneiro e liberdade não é um princípio é o fim.

Não tenho putas a comer e nem fantasmas a minha alma atormentar
Apenas baratas sentirão minha falta e não tenho crianças a amamentar
Portanto meu querido leitor, apanhe estes poemas e atire em sua lixeira
É que mortos não marcham e estou finalmente deserdando da trincheira.

Ontem eu decidi ter a minha liberdade apesar destas grades ao redor de mim
Pois estou preso mas não sou prisioneiro e liberdade não é um princípio é o fim.




Emoções Baratas
Barata Cichetto
Poesia
84 Páginas - 14 X 21
Editor'A Barata - 2011
Poemas Escritos Entre 2006 e 2008.
R$ 19,00 + Correio








A Santidade da Vida
Luiz Carlos "Barata" Cichetto

Eu não quero ficar o resto da minha pobre e inútil existência
Cometendo sonetos ridículos sobre as putas e sua inocência
Não quero saber, mas ser a moral da minha própria história
E também não quero ser o glorioso mas apenas ter a glória.

Eu não quero ficar surdo à dor, mas menos ainda ao desejo
Quero estar num andor e em sua santa buceta dar um beijo
Então não esperem de mim um mártir nem sequer um santo
Sou meu desejo, desejo ter o que é meu e quero um manto.

Eu sou um rei e igual Deus eu não sei jogar dados no escuro
Quero meu palácio, mesmo sendo um barraco de lona seguro
Eu tenho meu reinado dentro de mentes de pobres e incultas
Quero dominar outras terras, cheias de fadas, doces e putas.

Não acredite em minha poesia, querido leitor de mente imunda
Porque a melhor poesia é apenas aquela que lhe chuta a bunda
Deixe agora portanto de ler a minha fútil poesia idiota e lacrimosa
Saia pela sua porta e corra todos os riscos de uma vida deliciosa.




O Câncer, O Leão e O Escorpião / O Cu de Vênus
Barata Cichetto
Poesia
112 Páginas - 14 X 21
Editor'A Barata Artesanal - 2011
Reunião de Dois Livros de 2008 e 2009
R$ 19,00 + Correio
Prefácios





A Prisão da Liberdade
(A’O Cu de Vênus)
Luiz Carlos "Barata" Cichetto

Porque seu desejo fútil e o inútil tesão
São apertadas amarras, garras de leão.
Barras de aço de belas celas de prisão.


Olhos
(A’O Câncer, O Leão e O Escorpião)
Luiz Carlos "Barata" Cichetto

Tenho olhos inchados por tanto beber e tão pouco dormir.
Tenho rugas profundas por tanto chorar e tão pouco sorrir.

Olhos inchados, rugas profundas e a profunda vontade
Bebidas, lágrimas e um profundo desejo de eternidade.


Comentários:
“Uma ode sarcástica ao sexo, a devassidão que ninguém quer falar sobre, mas que existe no âmago de todo ser humano!! Você faz o lado da devassidão humana aparecer num esplendor bacante. E eu coloco as sombras e o sobrenatural que ninguém ousa tocar, o abismo, nas minhas obras. Estamos completos!!” - Amyr Cantusio Jr. - Músico, Teósofo, Compositor, Filósofo - Campinas - SP

"Ahhhh só você pra ter culhão pra escrever O Cu de Vênus, meu velho! Inspirou em mim meus mais ardentes e secretos desejos de arrotar na cara dos hipócritas, assim como você cagou... " - Mara Lee - Produtora – Santos - SP

"Um dos artistas mais instigantes, inteligentes e imprevisíveis - só para ficar nos adjetivos começados com a letra 'i' - que conheci pela internet. Poeta, apresentador de radioweb e produtor cultural, Barata Cichetto faz parte da cultura underground de SP desde os anos 70, inclusive da chamada geração mimeógrafo. A mente do cara fervilha de projetos e um deles está disponível para download. Com trilha sonora de Amyr Cantusio Jr, O Anjo Venusanal é composto por 30 poesias do Barata. Na capa do projeto, é citada uma frase de um texto recente meu, da qual o Barata gostou muito e até a estampou várias vezes no seu site juntamente com um verso de um rap que fiz." - Cassionei Petry - Professor de Literatura



Vitória, ou A Filha de Adão e Eva
Barata Cichetto e Amyr Cantusio Jr.
Opera Rock
32 Páginas - 14 X 21
Editor'A Barata Artesanal - 2010
Libreto e CD da Opera Rock Vitória ou a Filha de Adão e Eva. O libreto tem 40 páginas com todos os poemas e textos da Opera. O CD, produção Independente, 22 faixas, com composições de Amyr Cantusio Jr e participação das bandas Travelplan, Sub Rosa e Posthuman Tantra (Edgar Franco), do músico Marcelo Diniz e as narrações do vocalista da banda "Tomada" Ricardo Alpendre. 72 minutos.
R$ 25,00 + Correio



O Resumo da Ópera

"Vitória, Ou A Filha de Adão e Eva" é uma "Opera Rock" que conta em 33 temas a história de uma mulher chamada Vitória de Tal, filha de Adão, um ex interno de reformatórios que se transforma em pastor evangélico, tendo antes cometido vários crimes, entre os quais o estupro de Eva, uma prendada e estudiosa filha de uma costureira. Vitória nasce num bordel e é criada também em um reformatório. A partir dai, cedo se transforma em uma alcoviteira milionária que busca á qualquer custo mais que dinheiro e prazer, aquilo que a humanidade mais almeja: a felicidade. São 18 personagens que ao logo dos temas interagem com Vitória tecendo um clima de paixão sem limites, amores não concretizados, tragédias morais e sociais. O pano de fundo é a hipocrisia social, que transforma o caráter das pessoas, além das busca incessante da felicidade a qualquer custo.

"Vitória" tem citações claras a fatos da musica pop e da política e acontece exatamente num período que compreende o inicio dos anos 1960 e 2010, sendo que o período de vida da personagem principal é de 33 anos e 1/3, uma metáfora com a velocidade dos LPs de vinil. E em breve o mundo conhecerá "Vitória".

Comentários
"Quando bati os olhos no fantástico libreto Vitória de Luiz Cichetto, não pensei duas vezes: era eu o cara pra musicá-lo!!
Genial, metafísico. Bateu direto de encontro ao "momentum" em que atravesso existencialmente. Posso enfatizar que Cichetto é o Dante, Milton, Boca do Inferno e Blake resumido da literatura nacional!! Imperdível!! - Amyr Cantúsio Jr. - Músico, Teósofo, Compositor, Filósofo.

“... Tem algo que nos remete aos grandes clássicos da poesia épica, à lá John Milton. O tipo de coisa que - lamentavelmente - foi abandonada pelos poetas. Um verdadeiro épico marginal contemporâneo, com uma atmosfera musical lembrando coisas como Tommy e Streets, do Savatage...” - Raul Cichetto - Musico, Poeta e Escritor.


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2 comentários:

  1. Fico feliz que gostou do meu comentário, Barata. Recebi a revista e os outros zines. Logo escrevo algo sobre. Abraço.

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    1. Obrigado, Amigo Cassionei! Aguardo ansioso! Abrazzzzzzzzzzz

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