Barata Cichetto: Poeta, Escritor, Webdesigner, Editor
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segunda-feira, junho 01, 2015

Barata Sem Eira Nem Beira - Programa 07

Barata Sem Eira Nem Beira - Programa  07

Uriah Heep (Demons and Wizards) - Rainbow Demon
Barata Suicida - Lúcifer
Luciferian Light Orchestra - Venus in Flames
Poesia: Barata - Indecências


Jerry Garcia - Sugaree (Studio Version)
Leonard Cohen - The Future
Blues Magoos - (We Ain't Got) Nothing Yet (1967)
Alvaro de Campos - Lisbon Revisited (1923) Rodrigo Alencar

X Japan - Rose of Pain (Live Performance)
La Renga - La Furia De La Bestia Rock
Titãs - Sonifera Ilha
Poesia: Barata - A Lenda da Fada da Foda
(Trilha Sonora: Epsylon - Libertango Metal)

Suzi Quatro - Race Is On

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Indecências
Barata Cichetto
(Registrado no Escritório de Direitos Autorais da FBN
Todos os Direitos Autorais Protegidos - Cópia Proibida)
Do livro "Troco Poesia Por Dinamite", 2015

“Temos o direito de esperar decência comum até mesmo de um poeta” - George Orwell. 

E esperam de mim decerto que eu tenha alguma decência
Pois a um poeta imaginam que se tenha alguma clemência
Mas eu que não sou um poeta e muito menos sou decente
Ajo como quem não ama de fato aquilo que deveras sente.

31/03/2014

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A Lenda da Fada da Foda
Barata Cichetto
(Registrado no Escritório de Direitos Autorais da FBN
Todos os Direitos Autorais Protegidos - Cópia Proibida)
Do livro "Troco Poesia Por Dinamite", 2015

Há muito tempo surgiu na Terra uma lenda
A respeito da mulher da buceta encantada
Que atraia a todos os machos à sua tenda
E depois da foda se transformava em fada.

E a todos os machos da aldeia a fada comeu
Como Fada da Foda ficou conhecida na região
E mesmo nos arredores com todos ela fodeu
Do rei ao príncipe e do exército toda a legião.

Antigos contam que a Fada tinha bela vagina
E que sua fama não lhe fazia jus a realidade
Pois era ela até mais gostosa que a Messalina
E seu orgasmo uma descarga de eletricidade.

A nenhum homem a fada poupava, a todos fodia
E as mulheres da cidade, desesperadas rezavam
Pela morte da Fada da Foda, oração de covardia
E quando mais a fada fodia, mas a desprezavam.

Chamaram o padre, o prefeito e até o imperador
Achando um jeito de estar livres da Fada da Foda
Mas com todos ela fodeu, sem respeito nem pudor
Afinal foder com ela era o ultimo suspiro da moda.

Até que os machos não comiam, fracos e doentes
E a fada os atraia e devorava como comida animal
Doíam-lhes os ossos, o caralho e caiam os dentes
Até que de inanição todos morriam, livres do mal.

As mulheres ficaram sem machos e sem vida a fada 
Pois as mulheres se rebelaram com a falta de pinto
Com ira a fizeram em pedaços até não sobrar nada
E essa é a história contada inteira do jeito que sinto.

E assim, do jeito dos que gostam de contar histórias
Que a lenda da Fada da Foda e sua buceta nasceu
E ainda hoje em dia aos que sabem de suas glórias
Contam felizes como foi das cinzas que ela renasceu.


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