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quarta-feira, novembro 08, 2017

Foder e Poder

Foder e Poder
Barata Cichetto


Acabamos. Ela acendeu um cigarro. Eu também. A cama encharcada de um líquido estranho. Ela jorrara num squirt vigoroso. Fumávamos. Eu segurava o cigarro com a mão direita. À esquerda ainda na buceta dela. Ela segurava o cigarro com a esquerda. À direita no meu pau. Sentados na cama. Comecei a mexer no seu clitóris. Ela gostou. Ainda segurando o cigarro com a mão esquerda, deitou no meu colo e abocanhou meu pau ainda lambuzado de esperma. Chupou. Lambeu meu saco. Soprava a fumaça do cigarro no meu pau. Tornava a lamber. Chupar. Eu acariciava a cabeça dela com a mão esquerda e soprava a fumaça do meu cigarro nos cabelos perfumados dela. Ela chupava com vontade. Senti vontade de gozar. Gozei. Dentro da boca dela. Segurei sua cabeça de encontro ao meu corpo para que não perdesse nenhuma gota. Soltei. Ela ergueu a cabeça, limpou os lábios e deu outra tragada bem profunda no seu cigarro. Eu também. Nossos cigarros acabaram. Dormimos sobre o lençol encharcado. Acordamos. Ela tinha um hálito de noite horroroso. Quis me beijar. Recuei. Mandei escovar os dentes. Ela emburrou. Fez cara feia e acendeu um cigarro. Fumou quieta e voltou a dormir. Eu levantei e fui ao banheiro. Escovei os dentes e acendi um cigarro. Fumei. Voltei pra cama. Enconchei sua bunda. Tentei comer seu cu de conchinha. Ela não acordou. Desisti. Bati uma punheta e limpei na bunda dela. Ela acordou melada. Acendeu outro cigarro. Fiz café. Tomei café e fumei outro cigarro. Coloquei café na xícara e coloquei açúcar. Mexi com meu pau ainda melado de esperma. Subi ao quarto e ofereci a ela. Ela tomou com gosto. Eu ri da minha maldade. Ela perguntou por que eu ria. Era uma molecagem minha com tom de vingança juvenil. Uma bobagem. Ela pediu pão. Não tinha. Pediu pinto. Isso tinha. Fodemos de novo. A xícara virou e molhou mais uma vez a cama. Misturou-se com o liquido do squirt dela e com minha porra. Nojento. Imundo. Ela queria no cu. Enfiei. Saiu bosta. Misturou com tudo. Uma nojeira. Meu pau cheio de merda. A bunda dela cheia de merda. Fumamos novamente. Outro e outro. Três cigarros ao todo. Dormimos abraçados em cima daquela porcaria toda. Acordamos ao meio dia. Ela se sentia enjoada. Enfiei meu pau na boca dela. Ela vomitou. Pediu café. Lhe dei sem açúcar. Pediu açúcar. Lhe mijei na cara. Ela gostou. Se masturbou e soltou outro jorro de squirt. A casa fedia. E ela pedia. Mais pau. E eu queria mais buceta. Mais líquidos produzidos. E a cada golfada de algum liquido um cigarro. Chegou a noite. Acabaram-se os cigarros. Nós fediamos. Nós fodíamos. E fumávamos. Tínhamos o poder!

31/10/2017

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